Hedwig na Caixa Cultural de Curitiba foi um sucesso. Esgotado desde quinta feira, que público caloroso, vibrante… uma pena ter sido somente um final de semana… tinha publico para um mês inteiro! Obrigado Curitiba por nos receber de braços abertos! Precisamos voltar!
CURITIBA _ “HEDWIG e o centimetro enfurecido” pousa em Curitiba para 4 apresentações este final de semana. Não Percam!!!
ULTIMAS APRESENTAÇÕES DE HEDWIG NO RIO DE JANEIRO!!! CURITIBA QUE SE PREPARE!
Ultimas 3 apresentações do Hedwig no Rio de Janeiro somente este final de semana! E para o curitibanos, Hedwig na Caixa Cultural dias 26, 27, 28 e 29 de abril!!!!
NÃO PERCAM!!!!
No Rio de Janeiro
Em Curitiba:
Produção Criativa a frente do “Hedwig”
Jonas Calmon Klabin, diretor do “Câmbio” junto ao César Augusto e responsável pelo espetáculo “Hedwig e o centímetro enfurecido”, é destaque no Segundo Caderno do jornal O Globo com outros produtores cariocas identificados com veias artísticas.
Chamada “Hedwig” temporada popular no Café Pequeno
Hedwig, noite de estreia da temporada popular – Galeria Pinhole – Fotos de Suzane Queiroz
Hedwig escancara as portas do Café Pequeno!!!
O público lotou a casa para ver Hedwig de volta às terras cariocas ontem a noite.
Obrigado a todos que compareceram!
A temporada vai só até 22 de abril, sempre às 20 horas de quinta a domingo! Divulguem e venham se divertir com a Hedwig!
Veja Rio 04/04/12 – Sétima melhor peça em cartaz
Hedwig e o Centímetro Enfurecido de volta ao Rio de Janeiro em curta temporada! – Blog Casos e Críticas
Em continuidade a sua turnê brasileira bem sucedida, Hedwig e o Centímetro Enfurecido retornam ao Rio de Janeiro perseguindo Tommy Gnosis e para encanto do público fluminense.
Brincadeiras à parte, a versão brasileira, assinada por Evandro Mesquita, é baseada no original de John Cameron Mitchell. Mantendo o fio condutor da história, foram acrescentados o tempero brazuca e criatividade, dando origem a uma Hedwig mais feroz e batalhadora e explicitamente dicotomizada, pois a personagem é interpretada por dois atores simultaneamente.
Nesta curta temporada no Rio de Janeiro, Pierre Baitelli repete a Hedwig que interpretou com brilhantismo e talento, só que dessa vez dividirá o palco com Felipe Carvalhido, que substitui Paulo Vilhena desde a temproada paulista. E Eline Porto também mantém o papel de Yitzahk, interpretado com igual talento.
Então, meus queridos, Hedwig e o Centímetro Enfurecido volta ao Rio de Janeiro para curta temporada de 06 a 22/04/2012. Com sessões de quinta a domingo, às 20 h, no Teatro Café Pequeno, na Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon. Ainda não foi liberada a venda de ingressos (não achei, pelo menos).
Depois do Rio de Janeiro, será a vez do povo de Curitiba (26-29/04/2012 no Teatro da Caixa)!
Postado por Marcelo Moreira em http://casosecriticas.wordpress.com/2012/03/23/hedwig-centimetro-enfurecido-volta-rio-de-janeiro-curta-temporada-06042012/
Hedwig v. 2.0.12!!! Temporada Popular Carioca e turnê Curitiba!!!
Turnê da estilista musical internacionalmente ignorada, Hedwig Schmidt, volta aos palcos cariocas em curta temporada popular!
E mais, os Curitibanos que se preparem, pois o blitzkrieg atacará no último final de semana de abril (26-29 de abril) no Teatro da Caixa!
Teatro: Hedwig e o Centímetro Enfurecido – Revista Stravaganza 5/10/11
| Nesta montagem, desenhada como um show de rock e pontuada por canções conceituais que impulsionam a narrativa, a personagem feminina é vivida por homem e a masculina é feita por uma mulher. Já adaptado com sucesso para o cinema em 2001, o texto de John Cameron Mitchell é irreverente e transborda energia. Com ares de fábula adulta, a trama tem como protagonista um transexual da antiga Berlim Oriental, que enfrenta percalços em sua atribulada trajetória e carrega cicatrizes emocionais tangíveis, como abandonos afetivos, traições e uma cirurgia de mudança de sexo não bem sucedida – daí o título debochado. Sua meta, além de vencer como artista nos Estados Unidos, é encontrar um grande amor. Confusa em algumas passagens, e com escassas alusões ao contexto político da ação, como a queda do Muro de Berlim e suas conseqüências no destino de Hedwig, a peça desembrulha a história desse personagem em busca da auto-afirmação e de uma identidade. Ao cabo da jornada, ele irá perceber que vivenciou um dolorido rito de passagem.Dirigido por Evandro Mesquita, o musical não segue o formato original de monólogo. O ex-integrante do irrequieto Asdrubal Trouxe o Trombone e líder da banda Blitz, optou por usar em cena dois atores (Pierre Baitelli e Felipe Carvalhido) para interpretarem o personagem central. Embora sem a profundidade necessária, o recurso não só acentuou a ambigüidade como enriqueceu dramaturgicamente o papel – Hedwig encarna um tipo andrógino, metade feminino e outra masculino. No palco, emerge como um ser amargurado e repartido. Uma divisão, por sinal, que o autor foi buscar em O Banquete, de Platão, obra seminal sobre o sentido e as implicações do amor. Mesquita sublinha essa natureza dupla do personagem equilibrando porções de ironia e dor, com marcas dinâmicas e ritmo vibrante, que aproximam a platéia do mundo conturbado da protagonista.
Com desempenhos irrepreensíveis, Baitelli e Carvalhido exibem vozes afinadas e enriquecem as cenas transpirando as nuances de uma figura complexa, de infância sexualmente desordenada e tingida por uma série de decepções.Única mulher no elenco, Eline Porto, dotada de belíssima voz, dá vida à Yitzhak, ex-drag queen que se disfarça atrás de um bigode, responsável por ajudar a contar a história de personagens que passaram pela vida de Hedwig. Pouco desenvolvido, especialmente no que se refere à sua relação conflituosa com a protagonista, Yitzhak não modifica e tampouco soma densidade à narrativa. Suzane Queiroz assina a cenografia, de difícil definição, que dialoga com as videoprojeções, formada por um curioso roteiro de animação e imagens. Os figurinos de Marta Reis, de tons fortes e exuberantes, atendem à proposta de trazer graus de impacto visual ao espetáculo. A banda, que ilustra o enredo desfiando um repertório popular de canções glam-rock, às vezes pesa a mão nos decibéis, o que compromete o entendimento das letras e, consequentemente, da história contada . O tom histérico talvez seja proposital para realçar o universo instável, trovejante e comovente de Hedwig. (Vinicio Angelici - viniange@ig.com.br) (Foto Rodrigo Esper)
Avaliação: Bom
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Felipe Carvalhido e Pierre Baitelli são destaques por suas interpretações como Hedwig!
Destaques 2011: atores e atrizes
Ésio Magalhães por “Diário Baldio”
Ator camaleônico do Barracão Teatro, de Campinas, Ésio Magalhães mostrava uma interpretação comovente mesmo por trás de uma máscara. Representando um demente com uma composição física apurada, o ator alternava a docilidade e demência do filho de um ambiente tão duro.
Felipe Carvalhido e Pierre Baitelle por “Hedwig e o Centímetro Enfurecido”
Como dividir entre dois atores uma personagem cuja maior força é justamente a ambiguidade que esta carrega? Fractais, Felipe Carvalhido e Pierre Baitelle assumiram características diferentes nessa proposta do diretor Evandro Mesquita, mas conseguiram apreender em suas interpretações o todo da transexual decadente.
Kiko Mascarenhas por “Os Altruístas”
Em trabalho inesquecível, Kiko Mascarenhas evocava ao mesmo tempo uma grande sexualidade e candura de um homossexual sinceramente afetado e abertamente incômodo. Em performance estilizada, o ator foi o grande destaque da montagem brasileira do texto de Nicky Silver.
Marco Nanini por “Pterodátilos”
Um dos maiores atores vivos de sua geração, Marco Nanini revisitava uma das melhores interpretações de seu repertório recente nessa nova montagem do texto que integrou o programa duplo “Os Solitários”, anos antes. Novamente o ator interpretou de maneira hilária uma adolescente alcoolatra.
Rodrigo Bolzan por “Oxigênio”
Com energia rock’n’roll, pessoal e forte, Rodrigo Bolzan transitava confortavelmente pelas diferentes estruturas de cena – do discurso ao canto, passando pelos diálogos inflamados com Patrícia Kamis. Visto em atuações épicas com a Cia. do Latão, o ator impressionou dominando seu eclético set list cênico.
Os destaques de 2011 – atrizes:
Bete Coelho por “Cartas de Amor Para Stálin”
Se transfigurando intensamente em personagem que habita outro – o ditador soviético Josef Stálin que surge demoníaco da esposa de Mikhail Bulgakov -, Bete Coelho cresce nessa opção cênica do diretor Paulo Dourado de condensar os dois em um só. Com o trabalho, a atriz tem atuação brilhante e cheia da personalidade cênica que a tornou conhecida.
Denise Del Vecchio por “Circuito Ordinário”
Uma das maiores atrizes do teatro brasileiro, Denise Del Vecchio encontrou em uma figura originalmente masculina do texto de Jean-Claude Carrière – um informante – , uma personagem a sua altura. Uma grande oportunidade para ver o desempenho da técnica e inteligência cênica da intérprete.
Denise Fraga e Julia Novaes por “Sem Pensar”
Juntas num dos melhores textos internacionais montados em 2011 (de autoria da inglesa Annya Reiss), Denise Fraga mostrou sua faceta realista pouco explorada no teatro, interpretando uma mãe urbana em crise com a família. Já Julia Novaes, se destacou ao atingir com precisão o tom ora apaixonante e ora irritante de sua menina adolescente.
Julia Lemmertz por “O Deus da Carnificina”
Outro texto estrangeiro de qualidade, a peça de Yasmina Reza ganhou no Brasil a interpretação bem feita de Julia Lemmertz. Vacilante em sua timidez e algo débil em seu nervosismo, a composição da atriz deu conta das cenas de dissimulação, embate, alcoolismo e até do inesperado vômito de sua personagem.
Juliana Galdino por “Pinokio”
É impossível imaginar outra(s) voz(es) tão perfeita(s) para materializar o complexo sistema dramatúrgico e cênico proposto por Roberto Alvim no Club Noir. Nesse espetáculo, Juliana Galdino mais uma vez consegue estabelecer o clima e tempo da montagem com sua técnica vocal virtuosa que é posta em cena de forma tão bem delineada.
Postado por Lucianno Maza em http://www.cadernoteatral.com.br/destaque/destaques-2011-atores-e-atrizes/
VOTEM EM HEDWIG!!!!
Os melhores de 2011 em São Paulo.
Acessem http://polls.folha.com.br/poll/1133514/ para votar!
Hedwig nomeado a Melhor Musical em Versão Brasileira no Prêmio Contigo! de Teatro de 2011!!!!!!
Agradecemos a todos que fizeram parte da nossa jornada até aqui. Ontem encerramos nossa temporada paulista com a casa lotada, muita emoção e com aquela satisfação de missão cumprida. Esta indicação fecha a temporada com chave de ouro.
Estamos procurando viabilizar novas etapas do projeto. Aguardem maiores notícias.
Evandro Mesquita conta sua experiência como diretor teatral
Para assistir a entrevista de Evandro Mesquita no Estúdio E, acessar: http://g1.globo.com/videos/globo-news/estudio-i/v/evandro-mesquita-fala-sobre-peca-de-teatro-que-dirige/1662919/
Bravo! Dicas da Semana – 13/10/11

No podcast de hoje, Mariana Delfini, editora de Teatro e Dança de BRAVO!, sugere a todos que não percam as últimas apresentações de Hedwig e o Centímetro Enfurecido, em São Paulo. O musical, sob direção de Evandro Mesquita, está na capital paulista após temporada carioca.
Ouça podcast:
Publicado em http://bravonline.abril.com.br/materia/dicas-da-semana-hedwig-e-o-centimetro-enfurecido
Lérias e Lixos – Entrevista com Pierre Baitelli – 21/09/11
Essa semana o Lérias traz uma reportagem especial com um ator que está em foco tanto no teatro quanto na TV: Pierre Baitelli, 27 anos, conhecido por interpretar o Escobar, em Capitu, e o vilão gay Carlo na missérie Cinquentinha. No teatro, o jovem já esteve no elenco de Felizes para Sempre, Valentin, Cânticos Infernais, O Viajante da Terra, Coroa de Orquídeas, Epaminondas, The Fith Sun, Um dia um Sol e Into The Woods. Mas foi como Melchior, o protagonista do espetáculo O Despertar da Primavera, que o talentoso Pierre caiu nas graças do público. Agora ele encara simultanemante o personagem Douglas, na nova fase de Malhação(Globo) e a transexual Hedwig, no musical Hedwig e o Centímetro Enfurecido, em cartaz no Teatro Nair Bello, em São Paulo.
O Lérias já resenhou a peça (leia aqui) e, agora, conversa com Pierre para saber como ele se prepara para os papéis e quais novidades estão por vir na sua carreira.
Lérias: Quando Hedwig estreou, você afirmou ter se inspirado em Tina Turner, David Bownie, Juliete Lewis, Florence and The Machine e até Mick Jagger. Como aconteceu a preparação para a personagem?
Pierre Baitelli: Foi intensa e divertida. Passei a conhecer muitas coisas que não conhecia: músicos, bandas, cantores e ícones da música em geral. Passei a curtir mais o rock, pois, até então, só ouvia jazz e bossa. A Hedwig até poderia ser um pouco “rampeira” (tem a ver com a personalidade dela), na verdade ela pode ser qualquer coisa, mas não queria construi-la por aí, para que não parecesse caricata – isso ela não é, nem deve ser. Queria começar por uma Hedwig com mais classe, mais glamurosa apesar de sua total decadência na realidade. O maior desafio foi dosar o quanto ela tem de feminino e de masculino, e como esses gêneros conversam dentro de uma mesma figura.
Lérias: Você acompanha as tendências da Broadway?
Pierre Baitelli: Muito pouco. Eu gosto muito, mas, geralmente, fico sabendo das coisas um tempo depois que elas já estão acontecendo pelas bandas de lá. Venho de um teatro de pesquisa, que é uma praia um pouco diferente da Broadway, então fico mais ligado em outras coisas… Mas adoro musicais, acho um universo fantástico e me encanta estar dentro dele! É uma vida paralela, um teatro do fantástico; me seduz demais!
Lérias: Você gostaria de fazer algum personagem ou espetáculo musical em particular?
Pierre Baitelli: Dos que eu conheço (são poucos), não fico enlouquecido por fazer nada especificamente. Eu gostaria mesmo é de fazer um musical com história e músicas originais. Algo que ninguém conheça ou tenha ouvido falar. Acho mais instigante!
Lérias: Você tem preferência por TV ou teatro?
Pierre Baitelli: São dois gêneros muito diferentes. Amo teatro, é minha casa desde os oito anos de idade, é onde me sinto à vontade. Gosto de me sentir “peão”, de botar a mão na massa, de varrer o palco, de mexer na luz, no cenário, de criar em todas as funções; posso passar o dia inteiro enfurnado num teatro. Me encanta o gosto artesanal que ele tem; da criação das coisas mais simples às mais rebuscadas. Já a TV é muito nova pra mim. Aos poucos estou tomando gosto por ela!
Lérias: Com o crescimento do teatro musical no Brasil, você acredita que o ator deve se aprimorar nas três áreas e se tornar completo em canto, dança e atuação?
Pierre Baitelli: Independente de o ator ter o desejo de trabalhar no teatro musical ou não, ele deve desenvolver as habilidades do corpo e da voz além da atuação, porque tudo faz parte de uma coisa só. O corpo e a voz são instrumentos do ator, seja ele de musical ou não. Aprendi isso estudando o chamado “teatro físico” ou “teatro de movimento”: corpo e voz são meios fundamentais. Eugênio Barba diz que um ator que não conhece as possibilidades do seu corpo não cotidiano é um ator morto, que interpreta do pescoço pra cima, um ator viciado em automatismos, em obviedades. Agora, se o ator tiver o desejo de atuar em musicais, aí ele tem que suar muito, desenvolver mais objetivamente e especificamente as habilidades do canto e da dança.
Lérias: Muita gente diz que você lembra o ator Robert Pattinson. Isso incomoda?
Pierre Baitelli: Nem um pouco.
Lérias: Já tem novos projetos em vista? Pode nos contar?
Pierre Baitelli: Estou filmando um longa que se chama Estado de Exceção, no qual interpreto um policial. Também estou gravando a nova fase de Malhação Conectados, na pele de Douglas, filho de Laura (Letícia Spiller). Ele é um cara cheio de mistérios e que estaria morto, mas seu corpo nunca foi encontrado, e que aparece na trama por meio dos sonhos da namorada Alexia (Beatriz Arantes). Também quero continuar fazendo teatro paralelamente à TV. Nunca quero me perder do teatro, é lá que recarrego minhas energias.
Postado por Pâmela Alves em: http://www.leriaselixos.com.br/entrevista-com-pierre-baitelli-atualmente-em-hedwig-e-malhacao/
Usina dos Atos – 10/10/11
No último domingo (09/10) fui conferir a peça Hedwig e o centímetro enfurecido, com a minha habitual amiga das artes, Mabel. Trata-se da adaptação de um filme e musical off-Broadway. Estava com grande expectativa, pois I Love o filme (Hedwig adora soltar expressões em inglês), mas estava receoso porque geralmente me frustro quando espero muito de uma obra, porém o centímetro enfurecido brasileiro, conseguiu me surpreender. A peça Hedwig é “deliciosa”, faz rir, dançar (sem sair do lugar) e chorar. A história do alemão que se vê obrigado a operar seu sexo para se casar com um homem, que prometeu a ele estabilidade, além da promessa de sair do seu país, Alemanha Oriental, no qual presenciava a Guerra Fria, é por incrível que pareça, absurdamente cômica! No espetáculo, a personagem é interpretada por Pierre Baitelli e Felipe Carvalhido. Os dois atores contracenaram juntos a mesma personagem, ao mesmo tempo and It was amazing! Por este motivo, reafirmo minha paixão pelo teatro, que, ao meu ver, tudo pode. Com maestria, o diretor Evandro Mesquita, as duas Hedwig, Eline Porto e a banda de Rock and Roll, emocionam na medida certa, sem cair no piegas. Quem ficou curioso, poderá apreciar a “internacionalmente ignorada estilista musical”, Hedwig Schmidt, neste final de semana, no teatro Nair Belo (fica no Shopping Frei Caneca), são as últimas apresentações e o ingresso pode ser comprado pela Internet. Gostaria de aplaudir mais a Hedwig no final do espetáculo, porém os singelos 80 minutos de peça me deixaram exausto, pois estive em tour com ela durante esses minutos o que foi muito gratificante.
Postado por Fábio Leal em http://usinadosatos.blogspot.com/2011/10/hedwig-e-o-centimetro-enfurecido-no.html




















































